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Falando sobre adesivos


Parada nesse transito caótico de São Paulo, tive muito tempo e bota tempo nisso para olhar em volta e perceber que naquela fila em que estava somente meu carro não tinha aquele adesivo febre da “Família Feliz”! Virou mania na cidade para todo lugar que olhe lá está esse adesivo na traseira dos carros, tem pra todo mundo papai, mamãe, filhinho, vovó, vovô e os animais de estimação não ficam de fora da carona cachorro, gato, peixe, papagaio, tartaruga, iguana e assim por diante, fazem parte dessa palhaçada. O verdadeiro estereótipo da família do comercial da margarina, vai lá colocar mamãe-mamãe ou papai-papai para ver o que acontece.
Há coisas que nos irritam simplesmente por existirem, entende? Isso pode acontecer com pessoas, bandas, estilos musicais e tudo mais, inclusive com adesivos!!!! Porque pensa comigo, se todas as pessoas que são felizes em toda cidade usam esse troço para proclamar aos quatro ventos seu sucesso familiar e só você não tem pode-se concluir que: é o único solitário e infeliz disponível no mercado! Hahahaha. Já que até o presente momento não vi ninguém que tivesse colocado somente um bonequinho grudado no automóvel...
E para falar a verdade, os exemplos de prole que costumo ver por aí não condizem em nada com essas etiquetas de carro... Agora se forem como essas quem sabe, se você se identifica com alguma basta imprimir e colar no seu carro. kkkkkkk 

Eufemismos masculinos

Eufemismo é uma figura de linguagem que emprega termos mais agradáveis para suavizar uma expressão.

Homens, diferentes das mulheres, são seres mais simples. Ao contrário da mulher, que utiliza diversos termos para dizer coisas diferentes, o homem é bem direto. Um exemplo: se uma mulher diz que está tudo bem, pode ter vários significados:
  • 10% das vezes: está tudo bem.
  • 30% das vezes: ela aceita a situação que não é muito agradável.
  • 60% das vezes: não está NADA bem.

Quando um homem diz que está tudo bem, é porque está tudo bem. Mas, algumas vezes, nós, homens, usamos eufemismos para expressar algo que não queremos dizer de forma muito dura ou direta, como os exemplos abaixo:

Exemplo 1:

  • EUFEMISMO: “Amor, hoje é aniversário do Carlos, então vamos sair só os homens pra comemorar”.
SIGNIFICADO: “Amor, embora eu adore ficar com você, hoje eu quero uma noite só com os caras, então você não está convidada a participar. Mas amanhã a gente pode fazer alguma coisa”.

Exemplo 2:

  • EUFEMISMO: O homem saiu pra jantar com a namorada/mulher, e solta > “Mal posso esperar pra chegar em casa e a gente ficar juntinho na cama”.
SIGNIFICADO: “Chegando em casa, vamos transar, melhor ir se preparando”.

Exemplo 3:

  • EUFEMISMO: Indo ao cinema > “Amor, você escolheu os últimos dois filmes, minha vez agora, ta minha linda?”.
SIGNIFICADO: “Caralho! Eu não agüento mais comédia romântica! Nem inventa que não olho mais pra cara desse Gerard Butler nem se me pagarem!”.
Conclusão (Indicada apenas para mulheres capazes de lidar com a verdade :)

Portanto, mulheres, se vocês acham isso ruim, só posso dizer uma coisa: SE OLHEM NA PORRA DO ESPELHO! Nós não inventamos dores de cabeça, ficamos de ciúme besta nem procuramos saber a origem de CADA amiga de vocês. Se fazemos isso, é pra evitar brigas desnecessárias, e, quando voltarmos pra casa, podermos saber que está tudo bem, e que talvez até role um sexo de bom namorado/marido que nós somos!

Escrito por Marcelo Vasconcelos

Bolsa de mulher

Inquietação

Que sensação é esta?
Que me aflige...
Que não me faz parar no mesmo lugar,
Faz-me rodar sem sentido.
Em uma luta vã para a solução.
Fico como que a procurar pela luz
Mas que luz, se não sei ao menos
O que me atormenta???
Ou será que sei???
Aquele ponto no infinito.
Aquele gosto tão bonito.
Aquela mágica no ar.
Aquela música a tocar.
Tudo me faz inquieta.
Sinto que algo está para acontecer
E na minha luta insana
Em busca de conforto,
Na minha vivência pacata,
O diferente assusta,
Faz-me tremer...
Assola e resulta,
Nesta sensação não de angústia,
Mas sim em um ponto de questão,
Sinto que há algo,
Porém nem eu mesma identifico.
Talvez vejo a ponta do novelo
Desenrolada,
Desavisada,
Mas não tenho certeza...
Vejo um brilho.
Quero o alívio.
Mas como querer algo se sinto
Que após um pequeno instante
Tudo mudará de vez...
É assim que me sinto.
Nesta inquietação,
No meu desassossego,
Em busca de aconchego,
De calor, de carinho...
Mas mesmo o recendo,
Sei que nada e ninguém
Poderá fazer por mim...
Que a resposta a que tanto procuro
Encontra-se dentro de mim
A resposta está dentro do meu
Coração.
Deve ser lida pelo meu cerébro,
Só assim finalizando esta inquietação...

Meu querido ex-pinto



Nem adianta negar, é quase unanimidade: Homem adora manter uma ex-namorada por perto! Talvez por isso muitos prefiram a forca, ao término de uma relação cujo fim ele anunciou. Claro que eles sabem que, ao partir, o fim poderá causar muita mágoa e uma mulher magoada não irá se deitar tão facilmente na cama daquele que partiu seu coração. Por isso ele adia, se distancia, faz rodeios, inventa desculpas e quando finalmente leva um pé-na-bunda, vai com ares de bom moço; Assim, ele garante muitas recaídas da donzela apaixonada e esperançosa. No entanto, enquanto ele esvazia o saco, ela vive uma noite de amor que pode se transformar em reconciliação no dia seguinte, ou seja, geralmente dá merda. Ou não.

Baseada em situações que já vivi e nas experiências daquelas que conheço, encontros esporádicos com o ex-namorado nem sempre são regados a punhados de esperança (uma onda de pieguismo me consome), muitas vezes eles são apenas encontros regados a muito, muito, muito sexo. Nada mais que isso.

Com o intuito de provar minha teoria irei listar algumas razões para crer que esses encontros "ocasionais" com o ex, valem cada minuto.

1 – Sexo casual sem neuras.

Sabemos que, o que nos preocupa de fato é o julgamento alheio, não raro, muitas devem ter se imaginado ao menos uma vez na vida, nos braços de um completo estranho, melhor ainda, cedendo aos impulsos do corpo e terminando aquela cena exatamente onde ela deveria terminar. Mas ao imaginar qual a idéia que o completo estranho fará sobre nós, o corpo perde a voz rapidinho. Já, o ex-namorado, lhe conhece muito bem para fazer qualquer julgamento a seu respeito, logo o famoso “o que ele vai pensar de mim” não se aplica aqui.

2- Nenhuma preocupação com o desempenho.

Não é apenas o homem que tem preocupação em relação a seu desempenho. Depois dos gritos por direitos iguais ecoados pelas mulheres around the world, eles querem ter o mesmo direito a não fazer nada. Muitos querem apenas ficar admirando a mulher enquanto ela se desdobra para mostrar todas as sua habilidades. É o relaxa e goza no sentido literal. E como sabemos, salvo raríssimas exceções, no fundo, no fundo, sempre esperamos ligações no dia seguinte, se não para viver um romance, apenas para elevar o ego. E para garantir o telefonema, uma boa apresentação garante alguns pontinhos. Já com o ex não é necessário agradar. Pode-se apenas deixar a coisa rolar, aliás, normalmente é assim mesmo que acontece, você pode não fazer nada ou pode comandar a situação sem se preocupar se está mexendo/falando/gemendo de mais ou de menos ou ainda se será para sempre lembrada como “a melhor foda ever”, na verdade esta é a menor das preocupações.

3 – Não é necessário fazer charminho.

A mulher geralmente é cheia de pudores quando o assunto é sexo. Muitas não suportariam a idéia de transar de luz acesa, andar nua pelo quarto ou assumir que gosta de ficar de four, para a grande maioria bancar a puta na cama é obsceno e não combina com o ideal que a mulher tem de si mesma. My ass. A maioria é assim mesmo, gosta de ser dominada, de bancar a safada e até levar alguns tapas, mas não fazem por medo de deixar seu bumbum menos açucarado. Mas com o ex, depois de certo período de convivência, todos estes pudores vão por água abaixo, e uma vez que você disse sim, não há como dizer não. Portanto, se este for o seu caso, acredito que as vantagens de fazer sexo com o ex também se aplicam aqui. Com ele não é necessário fazer charminho, você pode xingar, pedir uns tapas e gemer na altura que quiser. Ele já conhece cada uma das suas reações. Além disso, vocês podem pular todos os protocolos e ir direto para o que importa, nada de restaurante seguido de motel ou cinema seguido de motel, pensando bem, nem é necessário motel, uma rapidinha no melhor estilo “Nossa que surpresa te encontrar aqui” também não é má idéia.

Claro que, se você ainda ama seu ex-namorado, encontros esporádicos não são aconselháveis. Mas, se assim como eu, seu ex-namorado não ocupa mais o lugar de grande amor de sua vida, não há problema algum promovê-lo a fuck buddy, caso este lugar ainda esteja vago, o que não é o meu caso, pois está muito bem ocupada, obrigada.

Cuecas e calcinhas




As mulheres são um mistério para mim. Há 50 anos, elas tiravam os sutiãs e os queimavam em praça pública aludindo a um “fodam-se os homens” que aconteceu só de leve. Tempos depois, elas botam calcinhas absolutamente desconfortáveis quando sabem que vão se embrenhar em alguma aventura amorosa. Eu nunca usei calcinha, e mesmo que usasse, não teria a tradução ideal do que é, pois tenho, assim como todo rapaz, um excedente corporal pélvico que elas não têm. De qualquer forma, já ouvi inúmeras vezes meninas reclamando que usaram calcinhas lindas, porém absolutamente desconfortáveis, piniquentas só para na hora H o cara se deslumbrar com alguma coisa a mais. Aí eles tiram tudo junto, calça, calcinha, ceroula, e  elas ficam decepcionadas.

No outro extremo do prazer que uma roupa íntima provocante pode proporcionar, existe o velho clichê de que uma calcinha bege é o emblema universal da impotência. Sem querer parecer um materialista infantiloide, mas já sendo, usarei como exemplo um vídeo game para dizer que isso é uma imensa balela.

Em 1998 quando ganhei um Nintendo 64, tive o auge do prazer material da minha vida. A embalagem era linda, toda colorida, adornada com pequenos desenhos de presentes… Era a autêntica magia natalina impressa em papel. Mas se a minha mãe me desse o Nintendo 64 embalado em papel de pão (não há coisa mais bege para comparar), eu teria ficado feliz do mesmo jeito. Eu não falaria “ahh, mãe, a embalagem é tão sem graça. Não quero mais jogar Mario 64″. Independentemente da embalagem, abriria com a mesma paixão.

Ou seja, todo mundo que está de frente para uma mulher com calcinha, sabe o Nintendo 64 que tem dentro. Se você rapaz acha brochante se uma calcinha bege vier como cartão de visita, é possível que haja alguma falta de testosterona na sua fisiologia. E olha que de falta de testosterona eu entendo. Na verdade, creio que nenhum homem se desanime por uma calcinha sem graça, o problema está na cabeça das mulheres, que convencionaram por elas mesmas que calcinha bege é calcinha queima-filme.

Não estou falando que é a melhor coisa do mundo. Só estou dizendo que não é a pior.
Essas elucubrações de rouparia íntima também encontram eco entre nós varões. Meu amigo tem uma teoria sobre aquelas cuecas vendidas em pacote, aquelas sem o menor apelo sexual, que são compradas por nossas mães e tias com o intuito de que nunca consigamos seduzir ninguém com a ajuda familiar. Se a gente quer usar cueca maneira, a gente que compre. O papel social da nossa mãe é evitar ao máximo ser avó, nem que seja comprando cuecas inteiramente sem apelo.

O silogismo hipotético dele reside justamente neste subsídio têxtil de nossas progenitoras. Se um cara tem uma dessas cuequinhas, é porque é um cara do bem, um cara bom. Afinal, se ele usa cuecas assim, é porque a mãe compra pra ele (se ele comprasse as próprias, certamente não seriam essas), e se a mãe compra é porque ela tem níveis relevantes de apreço pelo filho. Logo, podemos inferir que ele é um cara de família, de raiz e de etc. Logo, se você esbarra nas camas da vida com um cara de cuequinha de pacote “5 cuecas – 1 preço”, dê graças a Deus: há um bom elemento prestes a te comer.

De qualquer forma, acho que a importância empregada nessas peças tão elementares é demasiada. Tem gente que fala que esse tipo de cueca é escroto, e que a boxer é muito mais atraente. As pessoas já pensam tanto antes de tirar a roupa, para que mais um tópico a se considerar, uma vez que você precisa estar nu para as coisas acontecerem?

É mais provável que posturas ou falas esquisitas sejam as reais cortadoras de clima, por mais bem intencionadas que possam parecer. Tenho um amigo que vende muito barato a própria dignidade, seja onde for, seja lá em qual situação. Certa vez, ele, ao abrir o sutiã de uma menina, exclamou:

- Liberte meus dois pombinhos!

Ela se matou de rir por uns 10 minutos.

Se eles chegaram às vias de fato, é um mistério. Se ele fez outra piada semelhante, com certeza não chegaram. Nenhuma sexualidade resiste a 20 minutos de gargalhada.

Escrito por Pedro.

Antes e depois...

Término de relacionamento

Intensidade diferente de sentimento em uma relação


"Sempre ouvi dizer que, em um relacionamento, um sempre ama mais que o outro. Meu Deus como eu não queria ser essa pessoa". Frase do filme 500 dias com ela.

Nem sempre é fácil medir o que sentimos e como queremos sentir. Cada um de nós tem uma maneira bem própria de gerir as suas emoções, vontade e sentimentos. Hoje em dia, podemos dar asas aos nossos desejos, viver as relações como bem o entendemos sem grandes complexos. Os costumes mudaram e modernizaram-se. Vivemos as relações mediante a sua intensidade.

Em qualquer tipo de relação às pessoas nunca amam da mesma forma... Sempre há um que ama mais do que o outro em qualquer tipo de relação seja no casamento, no namoro, na amizade ou mesmo na família. A intensidade de sentimento apresenta muitas variáveis de pessoa para pessoa, durante uma conversa pelo celular ouvi a frase que dá inicio a postagem e fiquei pensando muito sobre o assunto. 

Infelizmente é a mais cruel das verdades, não conseguimos amar com a mesma magnitude nos nossos relacionamentos, geralmente nem percebemos que exista tal diferença quando a brecha é muito pequena, mas ela sempre existe. O maior problema é quando há um possível cânion de espaçamento entre os corações que geralmente acaba deixando quem este mais envolvido sempre vulnerável a outra parte. Sei lá, às vezes acho que não é porque a pessoa não nos ame como queremos que não signifique que não o faça com tudo que pode. Agora me pergunto: porque o lado que ama mais sempre tem que ser o meu?
 
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